INFORMAÇÃO PAROQUIAL

 

CORO DE CÂMARA DE SÃO JOÃO DA MADEIRA

Dia 5, domingo, às 16h, haverá concerto coral na nossa Matriz, aberto a todos. Serão cumpridas todas as regras de segurança sanitária em vigor.

 

MISSAS NA IMACULADA CONCEIÇÃO

Dia 7, na Matriz, às 17h e 19h

Dia 8, na Matriz às 8h, 10h e 11.30h

            Santo António, às 10h

            Sra. dos Milagres, às 10.30h

            Casaldelo, às 11h          

 

JOÃO AZINHEIRA ORDENADO DIÁCONO

Será no dia 8 dezembro, às 16h, na Sé Catedral do Porto. Para preparar esta ordenação, a nossa comunidade organiza uma vigília de oração a realizar aqui na Matriz no dia 7, das 21.30h às 24h.

 

BENÇÃO DAS GRÁVIDAS

Dia 8 dezembro, na missa das 11.30h.

Divulgue e convide.

 

CPM TERMINA A 8 DE DEZEMBRO

O CPM 237 de S. João da Madeira contou com 26 casais. No dia 8, os casais de noivos participam na missa da comunidade, na conclusão desta caminhada em matrimónio.

 

SARAU DE NATAL

Com o objetivo de angariar fundos, o grupo de jovens cristãos sanjoanenses irá realizar um sarau de Natal no próximo sábado, dia 11 de dezembro às 21h30. Por esse motivo, no fim das eucaristias deste fim de semana encontram-se alguns jovens à entrada a vender rifas e bilhetes. Quem comparecer no sarau, deverá apresentar certificado de vacinação à entrada.

 

CONCERTO ORAÇÃO

Dia 12 dezembro, às 17h, pelo grupo de leitores e coro de pequenos cantores da paróquia. Será um tempo de oração, pela palavra, pelo canto e pelo silêncio, para desenvolvermos a espiritualidade própria deste tempo de advento.

 

ESCUTEIROS VENDEM CALENDÁRIOS

No próximo fim de semana (11 e 12 dezembro) os escuteiros vendem os seus calendários para angariar fundos para as suas atividades. Cada calendário custa 1,50€.

 

PALAVRA E VIDA À VENDA

Assim como em anos anteriores, temos à venda o livro PALAVRA E VIDA ao custo de 6 euros. Este livro é um comentário/reflexão ao evangelho diário. Pode ser procurado no cartório ou na sacristia.

 

 

 

 

 

 

 AGENDA PARA DEZEMBRO 2021

28 novembro – início de advento (1.º domingo) e de ano litúrgico

4 dezembro – confissões crianças e adolescentes

              9h – 4.º ano

              9.30h – 5.º ano

              10h – 6.º ano

              10.30h - adolescência

5 dezembro – 2.º domingo de advento

              Concerto coral pelo Coro de Câmara de S. João da Madeira (Matriz às 16h)

8 dezembro – Imaculada Conceição e encerramento do Ano de S. José

              Bênção das Grávidas

              Encerramento do CPM 237

              Ordenação de diácono do João Azinheira

11 dezembro – Sarau de Natal pelo Grupo de Jovens Cristãos Sanjoanenses às 21.30h

12 dezembro – 3.º domingo de advento

              Concerto Oração pelo Grupo de Leitores e Pequenos Cantores de S. João da Madeira, na Matriz às 17h 

17 dezembro – confissões de manhã, à tarde e à noite

19 dezembro – 4.º domingo de advento

              Dia da caridade

              Bênção dos Meninos Jesus           

25 dezembro – Natal do Senhor (com missa do galo)

26 dezembro – Dia da Sagrada Família

              Bênção das Famílias

 


 

 

 

POR UMA IGREJA SINODAL: COMUNHÃO, PARTICIPAÇÃO, MISSÃO

Estamos em processo sinodal: como vamos participar?

Para apoio dos grupos e movimentos, bem como de todos os paroquianos interessados, deixamos neste número do Restaurar uma apresentação sumária do VADEMECUM, isto é, do guião que dá suporte prático a comissões sinodais locais, responsáveis paroquiais, grupos e demais interessados, procurando apoiar os esforços de cada igreja local, incentivando os responsáveis pela organização pela organização do processo de escuta e de diálogo em cada comunidade.

 

O que é a sinodalidade?

É caminharmos juntos, entendo este caminhar como um dom e uma tarefa. “É o que Deus espera da Igreja deste terceiro milénio!” – diz o Papa. Olhando para o caminho feito até agora, deseja-se que os membros da Igreja aprendam com experiências e perspetivas dos outros, iluminados pelo Espírito Santo. “Iluminados pela Palavra de Deus e unidos em oração, seremos capazes de discernir os processos para procurar a vontade de Deus e dar seguimento aos caminhos para os quais Deus nos chama – rumo a uma comunhão mais profunda, a uma participação mais plena e a uma maior abertura ao cumprimento da nossa missão no mundo”. A sinodalidade permite que todo o povo de Deus caminhe em conjunto, iluminado pela Palavra de Deus e inspirado pelo Espírito Santo.

 

Qual o objetivo deste sínodo?

Proporcionar uma oportunidade para todo o Povo de Deus discernir em conjunto como progredir no caminho para ser uma igreja mais sinodal a longo prazo.

 

Quem pode participar?

Juntos, todos os batizados são o sujeito do sensus fidelium, a voz viva do Povo de Deus. Ao mesmo tempo, para participar plenamente no ato de discernimento, é importante que os batizados escutem a voz de outras pessoas do seu contexto local, incluindo pessoas que abandonaram a prática da fé, pessoas de outras tradições de fé, pessoas sem crença religiosa, etc.

 

Um processo que supõe Escuta, Discernimento e Participação

O Processo Sinodal é, antes de mais, um processo espiritual. Escutamo-nos uns aos outros, a nossa tradição de fé e os sinais dos tempos, de modo a discernir o que Deus está a dizer a todos nós. O discernimento é uma graça de Deus, mas requer o nosso envolvimento humano de formas simples: rezar, refletir, prestar atenção à disposição interior, escutar e falar uns com os outros de forma autêntica, significativa e acolhedora.

Se escutar é o método do Processo Sinodal e discernir é o objetivo, então a participação é o caminho. Fomentar a participação leva-nos a envolver outros que têm opiniões diferentes das nossas. De facto, muitas vezes, Deus fala através da voz daqueles que, facilmente, podemos excluir, pôr de lado ou deixar de contar com eles. Devemos fazer um esforço especial para ouvir aqueles que podemos ser tentados a considerar pessoas menos importantes e aqueles que nos obrigam a considerar novos pontos de vista que podem mudar a nossa forma de pensar.

 

Atitudes para participar no Processo Sinodal

  • Ser sinodal requer tempo para a partilha
  • A humildade de escutar deve corresponder à coragem de falar
  • O diálogo conduz-nos à novidade: Temos de estar dispostos a mudar as nossas opiniões com base no que ouvimos dos outros.
  • Abertura à conversão e à mudança
  • Os Sínodos são um exercício eclesial de discernimento
  • Somos sinais de uma Igreja que escuta e caminha
  • Deixar para trás preconceitos e estereótipos
  • Vencer o flagelo do clericalismo
  • Curar o vírus da autossuficiência
  • Derrotar as ideologias
  • Dar origem à esperança
  • Os Sínodos são um tempo para sonhar e “gastar tempo com o futuro”. Há que desenvolver uma perspetiva inovadora: “encontrar caminhos sempre novos com criatividade e audácia”; ser inclusivo; ter uma mente aberta; ouvir todos e cada um; procurar “caminhar juntos”; compreender o conceito de uma Igreja corresponsável; aproximar-se através do diálogo ecuménico e inter-religioso.

 

Evitar

  • A tentação de querermos ser o guia de nós mesmos em vez de nos deixarmos guiar por Deus.
  • A tentação de nos concentrarmos em nós próprios e nas nossas preocupações imediatas.
  • A tentação de ver apenas “problemas”.
  • A tentação de nos concentrarmos apenas nas estruturas.
  • A tentação de um olhar que não ultrapassa os limites visíveis da Igreja.
  • A tentação de perder de vista os objetivos do Processo Sinodal.
  • A tentação do conflito e da divisão.
  • A tentação de tratar o Sínodo como uma espécie de parlamento.
  • A tentação de escutar apenas aqueles que já estão envolvidos nas atividades da Igreja.

 

Como se vai trabalhar a nível local?

Esta primeira fase (a nível local) é a fase da escuta nas igrejas locais. Nas dioceses portuguesas decorrerá até maio de 2022.

Na paróquia, a comissão permanente do Conselho Paroquial de Pastoral, coordenará o trabalho.

Dentre os membros da equipe, indicar-se-á uma pessoa de ligação com a equipe diocesana.

Todos os grupos paroquiais estão chamados a reunir e discutir a questão fundamental do Sínodo, a partir do modelo de reunião proposto e guardando anotações do que é dito; podem realizar várias reuniões, repartindo os núcleos temáticos acrescentados à questão fundamental, para um melhor aprofundamento.

Estão a ser preparados vários encontros abertos a todos os que quiserem participar; a proposta será estendida a grupos não eclesiais presentes na paróquia; a tempo divulgaremos as propostas que estamos a agendar.

Cada grupo deve produzir uma resposta à questão:

Anunciando o Evangelho, uma Igreja sinodal “caminha em conjunto”: como é que este “caminhar juntos” se realiza hoje na nossa Igreja (paróquia/diocese)? Que passos o Espírito nos convida a dar para crescermos no nosso “caminhar juntos”?

Da síntese destas respostas, devem redigir uma resposta em nome da paróquia, a enviar à comissão diocesana até 31 de maio de 2022, através da página da diocese, por um link que receberão oportunamente; cada grupo de discussão também terá oportunidade de enviar a sua resposta diretamente, mas é importante que a partilhem no âmbito paroquial.

 

Ao responder a esta pergunta, somos convidados a:

- Recordar as nossas experiências: que experiências da nossa Igreja particular a interrogação fundamental vos traz à mente?

- Reler estas experiências mais profundamente: Que alegrias proporcionaram? Que dificuldades e obstáculos encontraram? Que feridas fizeram emergir? Que intuições suscitaram?

- Colher os frutos para compartilhar: Nestas experiências, onde ressoa a voz do Espírito? O que ela nos pede? Quais são os pontos a confirmar, as perspetivas de mudança, os passos a dar? Onde alcançamos um consenso? Que caminhos se abrem para a nossa Igreja particular?

 

Para ajudar as pessoas a explorar mais plenamente esta questão fundamental, os seguintes temas destacam aspetos significativos da “sinodalidade vivida”:

  1. Acompanhantes no caminho: Na Igreja e na sociedade, estamos lado a lado na mesma estrada. Na nossa Igreja local, quem são aqueles que “caminham juntos”? […] Que grupos ou indivíduos são deixados à margem?
  2. Escutar: Escutar é o primeiro passo, mas precisa de uma mente e de um coração abertos, sem preconceitos. Como é que Deus nos fala através de vozes que por vezes ignoramos? […]
  3. Falar: Todos são convidados a falar com coragem e parrésia, ou seja, em liberdade, verdade e caridade. O que facilita ou dificulta que se fale com coragem, franqueza e responsabilidade na nossa Igreja local e na sociedade? […]
  4. Celebração: Só é possível “caminhar juntos” se assumirmos como base a escuta comunitária da Palavra e a celebração da Eucaristia. Como é que a oração e as celebrações litúrgicas inspiram e guiam realmente a vida e a missão comuns na nossa comunidade? […]
  5. Partilhar a responsabilidade pela nossa missão comum: A sinodalidade está ao serviço da missão da Igreja, na qual todos os membros são chamados a participar. Uma vez que somos todos discípulos missionários, como é que cada batizado é chamado a participar na missão da Igreja? […].
  6. Diálogo na Igreja e na sociedade: O diálogo exige perseverança e paciência, mas também permite a compreensão mútua. Até que ponto as diferentes pessoas da nossa comunidade se reúnem para o diálogo? […]
  7. Ecumenismo: O diálogo entre cristãos de diferentes confissões, unidos pelo único batismo, tem um lugar especial no caminho sinodal. Que relações tem a nossa comunidade eclesial com membros de outras tradições e confissões cristãs? […]
  8. Autoridade e participação: Uma Igreja sinodal é uma Igreja participativa e corresponsável. […] Como pomos em prática o trabalho de equipa e a corresponsabilidade? […]
  9. Discernimento e decisão: Num estilo sinodal tomamos decisões através do que o Espírito Santo está a dizer-nos através de toda a nossa comunidade. Que métodos e processos utilizamos na tomada de decisões? […]
  10. Formar-nos na sinodalidade: A sinodalidade implica recetividade à mudança, formação e aprendizagem permanente. Como é que a nossa comunidade eclesial forma pessoas mais capazes de “caminharem juntas”, de se ouvirem umas às outras, de participarem na missão e de se empenharem no diálogo?

Cada diocese, paróquia ou grupo eclesial não deve ter como objetivo fazer a cobertura de todas as questões, mas deve discernir e concentrar-se nos aspetos da sinodalidade mais pertinentes para o seu contexto.»

 

Como trabalhar em grupo?

Cada encontro deve começar com oração, incluindo a escuta da Palavra de Deus, silêncio, oração do sínodo…

Num único encontro é impossível tratar da questão proposta, pelo que se há-de procurar apoio nas ajudas referidas no ponto anterior.

Um moderador deve conduzir a reunião:

- Escolher uma ferramenta que estimule o diálogo (ex: texto bíblico, uma obra de arte, um filme, um testemunho de vida);

- Moderador introduz as questões para refletir;

- Tempo para a reflexão pessoal;

- Trabalho em pequenos grupos;

- Partilha em plenário.

Um secretário anota todos os contributos. Com a ajuda de um pequeno grupo elabora-se em fins de abril um documento de síntese relativo a toda a reflexão produzida pelo grupo.

O mês de maio será para a comissão permanente elaborar o texto final a apresentar à diocese.

 

Cronograma do processo sinodal na paróquia

- dezembro: divulgação e envolvimento dos grupos, movimentos e paroquianos no processo sinodal

- início de janeiro: oração comunitária em todas as capelas e matriz, marcando o início da reflexão nos grupos, movimentos…

- de janeiro a abril:

* um encontro, preferencialmente mensal, por grupo para desenvolver a reflexão

* encontro mensal aberto a pessoas do desporto, cultura, educação, política e empresas

- fins de abril: elaboração do texto síntese de cada grupo/movimento

- maio: redação do texto síntese da paróquia

 

Neste processo

Deixemos o Espírito Santo falar à Igreja

Através da Palavra de Deus

Escutando, discernindo e partilhando o que pede à Igreja de hoje!  

 

 

 

 


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